A gravidez corria bem, íamos fazendo planos, escolhendo nomes, os avós estavam todos babados, principalmente os meus pais, pois era o primeiro neto,a minha cunhada Felícia dava o seu apoio, pois já estava habituada a estas coisas, e foi desde logo os cunhados com quem melhor nos dávamos, como era a única irmã,e minha mulher era madrinha da filha, as irmãs eram como unha com carne, e para mim era como uma irmã,os dias foram passando até que !!!!!!! aí começam as dores, em plena noite de Natal, meus pais tinham vindo passar a noite connosco, e por volta das 3 da manha, lá vamos nós directos á maternidade Alfredo da Costa.
Ela lá entrou, eu cá fora roendo as unhas, e andando para trás e para a frente estava ansioso, finalmente alguém veio falar comigo !!!, podia ir para casa e voltar durante o dia, ela ficava mas o parto ainda estava atrasado, voltei no dia seguinte mas nada, mandaram-me de novo para casa e que fosse telefonando, liguei umas três vezes mas continuava atrasado, até que finalmente liguei ás três da manha do dia 26, era finalmente pai !!!! que sensação, que alegria e felicidade,era uma menina, nasceu com 2,6kg um parto normal mas com ajuda dos ferros, já não dormi mais, fui direito á casa dos meus pais dar a noticia, era ainda muito cedo ficaram todos contentes, lá fui para Lisboa á espera da hora da visita que tardava em chegar.
Ansioso por ver mãe e filha finalmente entrei, a mãe estava na cama pois estava um pouco rasgada,e precisava de repouso e tinha que ficar mais uns dias,beijei-a e agradeci ter-me dado uma linda menina, ali estava ela a dormir, linda, tão pequenina e indefesa,beijei-a e acariciei-a com imensa emoção e felicidade, fruto do nosso amor, seria agora o alvo de toda a nossa atenção, uma nova responsabilidade,mas também a nossa razão de viver e lutar para que nada lhe falte, criá-la, educá-la, vê-la crescer e ser feliz, era a partir desse momento o nosso objectivo.
Finalmente, antes do Ano Novo, a nossa casa acolhe o novo membro da família, como a casa era fria fiz uma braseira, para que estivesse mais quentinha quando mãe e filha chegassem, até me descuidei e uma brasa queimou a alcatifa.
A Célia Cristina finalmente estava no seu lar, Célia nome escolhido pela mãe e Cristina pelo pai,o nosso rebentinho era linda, peguei nela com todo o cuidado, dei-lhe as boas vindas, e junto com a mãe prometemos tudo fazer para nada lhe faltar, dar-lhe muito amor e carinho, educá-la, e ensiná-la a enfrentar tudo de bom e mau que a vida nos reserva.
Começava aqui a nossa vida a três,uma vida de luta, de mais responsabilidade que se iria repetir por muitos anos,com muitas alegrias e tristezas , e hoje ao escrever estas memórias, de consciência tranquila podemos dizer que cumprimos o nosso papel de pais,não fomos perfeitos sabemos que errámos algumas vezes, mas o resultado final foi positivo, hoje a Célia está uma mulher,casada,feliz,responsável, é o orgulho dos pais, e com tudo isto, sinto-me a passar por tudo de novo, não como pai mas como avô,pois mais três meses e a Mariana, se Deus quiser será recebida nesta casa com todo o amor e carinho como a Célia foi, e de certeza com melhores condições e outros meios que na altura não tínhamos.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
PRIMEIROS DOIS ANOS DE CASADOS
Após casarmos ainda ficámos duas semanas no Alentejo,mas logo aí tivemos o nosso primeiro espinho, estávamos no dia 14 no baptizado da minha prima Cláudia,filha da minha prima Maria da Luz, e neta dos meus tios Joaquim e Maria, quando meu tio me chama a sós e me dá a notícia, meu cunhado e meu amigo João José tinha tido um acidente nessa noite, sabia-se que tinha ido para o hospital de Portalegre, mas não se sabia o seu estado, meu tio pediu para não dizer nada á minha esposa, para não se estragar a festa, e logo que viessem mais noticias me diria, acedi um pouco preocupado sem nada saber,já ao principio da noite o meu táxi foi-nos buscar para irmos para S. Julião,quando o taxista me disse sem ela ouvir que ele estava em coma.
Tinha que lhe contar, e foi ao passar por S. Salvador,onde havia festa, que ela me disse para ficarmos ali, que eu lhe disse que tínhamos que ir para casa, pois o João José tinha tido um acidente, ai o Sr. Américo o taxista contou-nos que o acidente tinha sido de madrugada, o dono do carro tinha morrido, e o meu cunhado estava em coma, ia ser transportado para Lisboa.
Nós no dia seguinte viemos para Lisboa,onde passámos o resto das férias, e fomos muitas vezes ao hospital de S. José ver o meu cunhado, felizmente saiu de coma e melhorou, ficou quase bom tirando uns ataques que começou a ter,ficou com sangue pisado no cérebro.
Na nossa vida a dois tudo corria bem, lá estávamos no nosso quarto e começámos a trabalhar,a minha esposa numa fábrica de conservas que abrira á pouco, e eu sem emprego certo fazia uns biscates e procurava emprego.
Passado uns meses apanho um susto com ela, como em casa dos meus pais,para tomar banho tinha que se aquecer água numa panela, era nosso hábito ir tomar banho em casa dos meus tios ali ao lado,pois nós tomávamos conta da casa na ausência deles, fomos os dois tomar banho, e já nos estávamos a limpar quando ela desmaia nos meus braços, deitei-a na cama, dei-lhe água, e como ela não reagia, corri a pedir ao meu vizinho que tinha carro,se nos levava ao hospital de Almada,pelo caminho ela reagiu, e no hospital disseram que tinha sido dos gases do esquentador,e nós lá em casa á mais de três anos que tomávamos lá banho !!!!!.
E o ano vai passando, começámos a comprar coisas para a casa, as mobílias,eu e o meu pai começámos a arranjar a casa da minha tia, e em Setembro mudámos para a nossa casa.
Eu consegui emprego numa empresa de construção, e a nossa vida começou a compor-se.
Como não tínhamos carro, ao fim de semana íamos visitar os meus cunhados de transportes públicos,em Setembro de 1978 nasceu o Paulo,filho dos meus cunhados Felícia e Cardoso e irmão da Elsa nossa afilhada, um rapagão com 4 kg e tais.
Nas férias e no Natal fomos ao Alentejo,aproveitámos a boleia dos meus cunhados e juntámos-nos lá todos.
Entretanto eu mudo de emprego, meu irmão trabalhava na "Metalúrgica Gaivota", e precisavam de pessoal, ele convidou-me para ir para lá, fui para a ferramentaria,e fazia manutenção eléctrica.
Em Abril de 79 o nosso amor dá fruto, minha mulher fica grávida,ainda me lembro o dia em que tivemos a confirmação, fui á farmácia comprar o teste de gravidez, e depois de uma hora de espera, o resultado era positivo, foi uma alegria para nós, íamos ser pais e aumentar a família, embora fosse também uma enorme responsabilidade, mas com a vida estável e era o nosso desejo, pois que venha o nosso bebé, menino ou menina não importava, e só no fim se saberia, o importante era vir perfeito e com saúde, tudo corria bem, excepto as más disposições e vómitos da mãe, mal punha os pés no chão e bota fora !!!!.
Entretanto meu irmão casa, um casamento simples, pois a mãe da Aida, mulher do meu irmão estava muito doente, e infelizmente veio a falecer, o que nos custou muito, pois já convivíamos e éramos amigos há muito tempo.
Eu começo a ganhar mais uns tostões, pois no emprego fazia-se muitas horas,e começamos a comprar algumas coisas para o nosso bebé.
Tinha que lhe contar, e foi ao passar por S. Salvador,onde havia festa, que ela me disse para ficarmos ali, que eu lhe disse que tínhamos que ir para casa, pois o João José tinha tido um acidente, ai o Sr. Américo o taxista contou-nos que o acidente tinha sido de madrugada, o dono do carro tinha morrido, e o meu cunhado estava em coma, ia ser transportado para Lisboa.
Nós no dia seguinte viemos para Lisboa,onde passámos o resto das férias, e fomos muitas vezes ao hospital de S. José ver o meu cunhado, felizmente saiu de coma e melhorou, ficou quase bom tirando uns ataques que começou a ter,ficou com sangue pisado no cérebro.
Na nossa vida a dois tudo corria bem, lá estávamos no nosso quarto e começámos a trabalhar,a minha esposa numa fábrica de conservas que abrira á pouco, e eu sem emprego certo fazia uns biscates e procurava emprego.
Passado uns meses apanho um susto com ela, como em casa dos meus pais,para tomar banho tinha que se aquecer água numa panela, era nosso hábito ir tomar banho em casa dos meus tios ali ao lado,pois nós tomávamos conta da casa na ausência deles, fomos os dois tomar banho, e já nos estávamos a limpar quando ela desmaia nos meus braços, deitei-a na cama, dei-lhe água, e como ela não reagia, corri a pedir ao meu vizinho que tinha carro,se nos levava ao hospital de Almada,pelo caminho ela reagiu, e no hospital disseram que tinha sido dos gases do esquentador,e nós lá em casa á mais de três anos que tomávamos lá banho !!!!!.
E o ano vai passando, começámos a comprar coisas para a casa, as mobílias,eu e o meu pai começámos a arranjar a casa da minha tia, e em Setembro mudámos para a nossa casa.
Eu consegui emprego numa empresa de construção, e a nossa vida começou a compor-se.
Como não tínhamos carro, ao fim de semana íamos visitar os meus cunhados de transportes públicos,em Setembro de 1978 nasceu o Paulo,filho dos meus cunhados Felícia e Cardoso e irmão da Elsa nossa afilhada, um rapagão com 4 kg e tais.
Nas férias e no Natal fomos ao Alentejo,aproveitámos a boleia dos meus cunhados e juntámos-nos lá todos.
Entretanto eu mudo de emprego, meu irmão trabalhava na "Metalúrgica Gaivota", e precisavam de pessoal, ele convidou-me para ir para lá, fui para a ferramentaria,e fazia manutenção eléctrica.
Em Abril de 79 o nosso amor dá fruto, minha mulher fica grávida,ainda me lembro o dia em que tivemos a confirmação, fui á farmácia comprar o teste de gravidez, e depois de uma hora de espera, o resultado era positivo, foi uma alegria para nós, íamos ser pais e aumentar a família, embora fosse também uma enorme responsabilidade, mas com a vida estável e era o nosso desejo, pois que venha o nosso bebé, menino ou menina não importava, e só no fim se saberia, o importante era vir perfeito e com saúde, tudo corria bem, excepto as más disposições e vómitos da mãe, mal punha os pés no chão e bota fora !!!!.
Entretanto meu irmão casa, um casamento simples, pois a mãe da Aida, mulher do meu irmão estava muito doente, e infelizmente veio a falecer, o que nos custou muito, pois já convivíamos e éramos amigos há muito tempo.
Eu começo a ganhar mais uns tostões, pois no emprego fazia-se muitas horas,e começamos a comprar algumas coisas para o nosso bebé.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
O MEU CASAMENTO
Dia 6 de Agosto de 1977, 8h da manha, levantar,desfazer a barba e tomar um banho, a azafama em casa já era grande, meus pais e meus tios preparavam a sala com comes e bebes para os convidados, eu fui ao restaurante ver se estava tudo em ordem, o dia prometia, manha linda e adivinhava-se um dia quente. Chegava a hora de vestir o fato e tirar as fotos,os convidados começavam a chegar alguns vinham de longe,tios e primas de Lisboa, o meu irmão com a Aida sua namorada e os pais dela vieram do Algarve onde estavam a passar férias, os meus padrinhos vieram da Alemanha e a restante família era de lá.
O meu sonho começava a realizar-se, aproximava-se a hora tão desejada por mim e minha noiva, o sofrimento,a saudade a distância que tanta vez nos separou terminara,chegara a hora de sermos felizes.
Eram 11h e 30m e lá vou eu no carro do meu padrinho, os convidados atrás, directos á igreja de S. Julião,aqueles 18 km que tanta vez percorrera, leva-me desta vez como em todas as outras para junto do meu amor,só que agora para não mais a deixar, voltará junto comigo para sempre, para nos amarmos e sermos felizes.
Ela esperava ansiosa a nossa passagem para poder ir ao meu encontro.
Chegámos á igreja,meu pai levou-me ao altar, e lá fiquei nervoso e ansioso a olhar para a porta,o tempo parou, ela não chegava, e aqueles minutos pareciam uma eternidade, mas !!!! finalmente meus olhos brilham de alegria e emoção ,meu coração palpita de amor, que imagem maravilhosa, ela toda de branco,estava deslumbrante, caminhava pelo braço do pai ao meu encontro,finalmente estava junto de mim,o olhar que trocámos valeram por mil palavras, e lá estávamos nós perante Deus,o Seu representante,e todas aquelas testemunhas que nos deram a honra de estar presente no dia mais importante das nossas vidas.
Jurámos perante Deus, sermos fiéis amar-nos e respeitar-nos um ao outro tanto na saúde e na doença como na alegria e na tristeza até ao fim dos nossos dias, não faltou o sempre desejado "SIM", as alianças entregues pela mão da Elsa,o declaro-vos marido e mulher e finalmente "pode beijar a noiva".
Assinámos os papeis ,os padrinhos também e o meu pai teve que dar o seu consentimento pois eu era ainda menor!!!!!? tinha 20 anos e dia 15 fazia os 21.
Estava concretizado o nosso sonho, agora como marido e mulher íamos iniciar esta nova etapa,termos de ser nós a gerir a nossa vida a lutarmos por uma vida melhor,e a contarmos com os nossos salários para nos governarmos.
Veio depois o sempre presente arroz, as felicitações,os abraços, as fotos de circunstancia, e lá partimos em direcção ao copo de água, que o estômago já dava sinal.
O dia estava bem quente e eu ia de gola alta, mas já tinha tudo preparado e lá mudei para uma camisa mais fresca, comemos e bebemos, tudo na maior alegria, não faltou o bater dos pratos, os beijos dos noivos, as praxes do costume, e os copitos a mais, tudo normal num casamento.
Pela tarde fomos passear até á piscina tiramos mais fotos, não faltou o bailarico, e lá chegou a hora de partir o bolo,os rituais do costume,o champanhe,as vivas aos noivos, o ramo da noiva, e lá ficamos convivendo com todos aqueles que nos acompanharam neste nosso primeiro dia de casados.
E lá chegou a meia noite, hora combinada para darmos o fora, lá estava o meu táxi de tantas viagens para nos levar ao hotel em Portalegre,onde passámos a nossa primeira noite !!??!!....
Saímos do hotel por volta do meio dia, fomos para casa dos meus sogros onde íamos passar uns dias pois não havia dinheiro para lua de mel,naquele tempo as posses eram poucas, os nossos pais não nos puderam fazer o casamento e fomos nós que o pagámos com as ofertas que recebemos.
E foi assim o nosso casamento igual a tantos outros, mas foi só o primeiro dia,agora temos pela frente muitos desafios,uns para vencer e outros para perder,nem tudo será um mar de rosas teremos os nossos espinhos, mas com o nosso amor, muita compreensão esforço e trabalho esperamos levar de vencida a maior parte dos desafios, que não nos falte a saude e trabalho, o nosso objectivo será, constituir uma familia, termos uma casa e um carro,vivermos em paz connosco e com todos que nos rodeiam, e com a ajuda se Deus havemos de conseguir os nossos objectivos.
O meu sonho começava a realizar-se, aproximava-se a hora tão desejada por mim e minha noiva, o sofrimento,a saudade a distância que tanta vez nos separou terminara,chegara a hora de sermos felizes.
Eram 11h e 30m e lá vou eu no carro do meu padrinho, os convidados atrás, directos á igreja de S. Julião,aqueles 18 km que tanta vez percorrera, leva-me desta vez como em todas as outras para junto do meu amor,só que agora para não mais a deixar, voltará junto comigo para sempre, para nos amarmos e sermos felizes.
Ela esperava ansiosa a nossa passagem para poder ir ao meu encontro.
Chegámos á igreja,meu pai levou-me ao altar, e lá fiquei nervoso e ansioso a olhar para a porta,o tempo parou, ela não chegava, e aqueles minutos pareciam uma eternidade, mas !!!! finalmente meus olhos brilham de alegria e emoção ,meu coração palpita de amor, que imagem maravilhosa, ela toda de branco,estava deslumbrante, caminhava pelo braço do pai ao meu encontro,finalmente estava junto de mim,o olhar que trocámos valeram por mil palavras, e lá estávamos nós perante Deus,o Seu representante,e todas aquelas testemunhas que nos deram a honra de estar presente no dia mais importante das nossas vidas.
Jurámos perante Deus, sermos fiéis amar-nos e respeitar-nos um ao outro tanto na saúde e na doença como na alegria e na tristeza até ao fim dos nossos dias, não faltou o sempre desejado "SIM", as alianças entregues pela mão da Elsa,o declaro-vos marido e mulher e finalmente "pode beijar a noiva".
Assinámos os papeis ,os padrinhos também e o meu pai teve que dar o seu consentimento pois eu era ainda menor!!!!!? tinha 20 anos e dia 15 fazia os 21.
Estava concretizado o nosso sonho, agora como marido e mulher íamos iniciar esta nova etapa,termos de ser nós a gerir a nossa vida a lutarmos por uma vida melhor,e a contarmos com os nossos salários para nos governarmos.
Veio depois o sempre presente arroz, as felicitações,os abraços, as fotos de circunstancia, e lá partimos em direcção ao copo de água, que o estômago já dava sinal.
O dia estava bem quente e eu ia de gola alta, mas já tinha tudo preparado e lá mudei para uma camisa mais fresca, comemos e bebemos, tudo na maior alegria, não faltou o bater dos pratos, os beijos dos noivos, as praxes do costume, e os copitos a mais, tudo normal num casamento.
Pela tarde fomos passear até á piscina tiramos mais fotos, não faltou o bailarico, e lá chegou a hora de partir o bolo,os rituais do costume,o champanhe,as vivas aos noivos, o ramo da noiva, e lá ficamos convivendo com todos aqueles que nos acompanharam neste nosso primeiro dia de casados.
E lá chegou a meia noite, hora combinada para darmos o fora, lá estava o meu táxi de tantas viagens para nos levar ao hotel em Portalegre,onde passámos a nossa primeira noite !!??!!....
Saímos do hotel por volta do meio dia, fomos para casa dos meus sogros onde íamos passar uns dias pois não havia dinheiro para lua de mel,naquele tempo as posses eram poucas, os nossos pais não nos puderam fazer o casamento e fomos nós que o pagámos com as ofertas que recebemos.
E foi assim o nosso casamento igual a tantos outros, mas foi só o primeiro dia,agora temos pela frente muitos desafios,uns para vencer e outros para perder,nem tudo será um mar de rosas teremos os nossos espinhos, mas com o nosso amor, muita compreensão esforço e trabalho esperamos levar de vencida a maior parte dos desafios, que não nos falte a saude e trabalho, o nosso objectivo será, constituir uma familia, termos uma casa e um carro,vivermos em paz connosco e com todos que nos rodeiam, e com a ajuda se Deus havemos de conseguir os nossos objectivos.
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