
Comecei o ano logo com uma viagem á Lituânia, a 8 de Janeiro via Hamburgo para Palanga, em pleno inverno, á chegada tivemos que andar ás voltas com o avião pois estavam a limpar a pista para aterrarmos, era neve por todo o lado, 22º negativos tivemos de ir a pé do avião até ao aeroporto, neve acima do joelho, o que vale é que fomos prevenidos, boas botas e meias ,luvas ,e um bom casaco, no caminho até ao hotel foi engraçado, as estradas lá até são largas, mas só cabia um carro,em volta neve com um metro de altura e o carro não andava, deslizava, nas curvas ora batia num lado ora no outro e lá seguia, estivemos lá 12 dias sempre com neve,na fábrica e no hotel andávamos em mangas de camisa estava quente o pior era para ir comer, mas bem agasalhados lá íamos, e que bem sabia o bom do gelado a todas as refeições, fazia aquecer, mas lá se passou, uma experiência nova que gostei.
A 2 de Março lá vou de novo, desta vez rumo a Brake no norte da Alemanha, sou recebido por um português que era chefe de secção lá na fábrica, tudo correu bem montei o carrocel e voltei 10 dias depois, foi nesta viagem que comi pela primeira vez os celebres "rafaellos", e que a partir daqui eram sempre certos cada viagem que fazia lá vinham os pacotes dos dito cujos, que a Célia muito gostava e ainda hoje os come, pois já cá se vendem.
Mais 2 viagens quase seguidas á Lituânia, de 4 a 20 de Maio e de 4 a 18 de Junho foi uma época de muito trabalho, mas também um ano de ganhar mais uns tostões, que bom jeito viriam a dar mais tarde, as viagens foram normais já nos movimentávamos á vontade, a cidade já não era segredo para nós, fazíamos sempre umas compras, as celebres casinhas, as madrioscas, as peças em âmbar, toalhas em linho, o bom do vodka, etc, e os rafaellos que comecei a trazer de lá pois eram mais baratos.
A fábrica estava já quase completa de carroceis, o pessoal de lá já sabia como montar e ficou combinado que o último que faltava seriam eles a montar, e assim foi conseguiram montá-lo, mas quando chegou á parte da programação aí é que foi pior, ainda dei algumas dicas pelo telefone mas nada, e lá tive que fazer a ultima viagem, de 1 a 4 de Agosto lá fui programar e dar mais umas dicas ao electricista deles foi esta a ultima vez que lá fui, ficaram imensas recordações e alguma saudade, ainda gostava um dia de lá voltar.
Por cá tudo ia bem, nós trabalhando e a Célia estudando, de vez em quando lá íamos ao Alentejo ver o pessoal, a minha mãe lá continuava em casa dela, vinha aos fins de semana estar connosco, e durante a semana lá se entretinha a fazer alguns trabalhos de costura e a conviver com as vizinhas .
Mas mais viagens se previam para 1997, pois começavam a chegar encomendas de carrocéis para o México e para a Polónia.
Mais um ano terminava felizmente tudo corria bem sem grandes problemas.
A 2 de Março lá vou de novo, desta vez rumo a Brake no norte da Alemanha, sou recebido por um português que era chefe de secção lá na fábrica, tudo correu bem montei o carrocel e voltei 10 dias depois, foi nesta viagem que comi pela primeira vez os celebres "rafaellos", e que a partir daqui eram sempre certos cada viagem que fazia lá vinham os pacotes dos dito cujos, que a Célia muito gostava e ainda hoje os come, pois já cá se vendem.
Mais 2 viagens quase seguidas á Lituânia, de 4 a 20 de Maio e de 4 a 18 de Junho foi uma época de muito trabalho, mas também um ano de ganhar mais uns tostões, que bom jeito viriam a dar mais tarde, as viagens foram normais já nos movimentávamos á vontade, a cidade já não era segredo para nós, fazíamos sempre umas compras, as celebres casinhas, as madrioscas, as peças em âmbar, toalhas em linho, o bom do vodka, etc, e os rafaellos que comecei a trazer de lá pois eram mais baratos.
A fábrica estava já quase completa de carroceis, o pessoal de lá já sabia como montar e ficou combinado que o último que faltava seriam eles a montar, e assim foi conseguiram montá-lo, mas quando chegou á parte da programação aí é que foi pior, ainda dei algumas dicas pelo telefone mas nada, e lá tive que fazer a ultima viagem, de 1 a 4 de Agosto lá fui programar e dar mais umas dicas ao electricista deles foi esta a ultima vez que lá fui, ficaram imensas recordações e alguma saudade, ainda gostava um dia de lá voltar.
Por cá tudo ia bem, nós trabalhando e a Célia estudando, de vez em quando lá íamos ao Alentejo ver o pessoal, a minha mãe lá continuava em casa dela, vinha aos fins de semana estar connosco, e durante a semana lá se entretinha a fazer alguns trabalhos de costura e a conviver com as vizinhas .
Mas mais viagens se previam para 1997, pois começavam a chegar encomendas de carrocéis para o México e para a Polónia.
Mais um ano terminava felizmente tudo corria bem sem grandes problemas.



